O Poder das Redes Sociais
Exemplo 1: A Copa do Mundo na África do Sul estava bombando e a Paquetá Esportes faz uma promoção via Twitter para quem acertasse os resultados dos jogos do Brasil. Aposto, no jogo contra a Costa do Marfim, em 3 a 1 para o escrete canarinho. Finzinho do jogo, 3 a 0 para a Seleção e Drogba faz um gol. Eu discretamente comemoro, e ganho uma camisa oficial da Seleção da Argélia, entregue em casa pelos Correios.
Exemplo 2: Libertadores da América, semi-final entre Inter e São Paulo. O Banco Santander, patrocinador da competição, faz uma promoção nas principais redes sociais, Twitter, Orkut e Facebook, onde sorteia ingressos para a área Vip. Ganho o sorteio, e de acordo com o enunciado da promoção do Twitter e confirmado pelo telefone na ligação que recebi, e também por e-mail, seriam um par de ingressos para o jogo. Com isso, resolvi levar comigo o meu irmão, que já tinha um ingresso, o qual ele cedeu para a nossa irmã, que não é sócia do Inter.
Chegamos então no dia do jogo junto à tenda do Santander, conforme instruções recebidas por e-mail. Ao chegarmos, foi informado que só o meu nome constava do sistema e que não teria direito ao segundo ingresso, no caso, do meu irmão.
Abri o meu N95 e mostrei os dois e-mails para o senhor Celso, da Group Comunicação (agência que cuida do marketing do banco), e o mesmo teve bom senso e boa vontade, liberando o credenciamento do meu irmão.
E se eu não tivesse um smartphone e não tivesse como comprovar que eu tinha direito a um par de ingressos para o jogo? Meu irmão, que tinha um ingresso para a arquibancada superior e cedeu o mesmo para a minha irmã para me acompanhar na Torcida Santander, não teria visto o jogo por uma falha interna de comunicação?
Enviei a reclamação para o banco e fui respondido rapidamente com um pedido de desculpas.
Exemplo 3: Em agosto assinei o serviço de TV por assinatura da Sky, que dava na época um desconto razoável para quem era cliente da GVT. No dia da instalação, como o instalador demorou mais que o previsto, me atrasei para o trabalho, e publiquei no Twitter algo como “Valeu Sky, por fazer eu me atrasar para o trabalho”. Em poucos minutos recebi uma resposta no Twitter pedindo desculpas.
Dois dias depois recebi uma fatura por e-mail e achei estranho, já que não conhecia o sistema de cobrança da empresa, e reclamei novamente no Twitter. Novamente tive resposta rápida, informei meu código de cliente e em poucos minutos estava recebendo uma ligação me explicando todo o processo de cobrança e da fatura. Não satisfeita, a Sky ainda me enviou por e-mail todas as informações passadas pelo telefone. Agilidade nota 10.










Assim, como foi descrito, com exemplos, podemos ver o quão nossas vidas e a internet já estão interligadas, e mais, como nós consumidores e as empresas podemos utilizar a nosso favor.
Parabéns, mais uma vez, pelo post.
Acredito que exemplos e experiências próprias consigam expressar mais diretamente, e por isso usei isso no texto.
Creio que são poucas as empresas que hoje se dão o luxo de não usar estas ferramentas e que a médio e longo prazo não poderão ficar fora deste mundo virtual e real. Rede social agora é obrigação para quem quer se manter no mercado e trabalhar com transparência e contato com seus clientes e usuários.
Com o serviço bom ou ruim, é uma agilidade impressionante na resposta
[]‘s
Agora, só tenho medo de uma coisa: Como ainda não são muitas as pessoas que recorrem a este meio de comunicação, estão dando conta. Mas e quando isso se popularizar e mais pessoas fazerem uso dela ? Torço para que as redes sociais não se transformem em “robos automatizados” de atendimento, como os telefones se transformaram.
Mas não creio nisso num curto prazo, pois apesar da recente popularização do twitter e do facebook, a grande maioria dos usuários destas ferramentas desconhece o poder que elas têm.
Mas as organizações tem que entender que a rede é uma cada vez mais comum forma de comunicação. A maior de todas.
Um formulário no site já ajuda muito, desde que seja dada uma resposta adequada e breve.